Acabo de ler coisas interessantes.
Sou um completo idiota.
Meu sexo não é bom.
Fui trocado por dois ou três piazinhos.
Ouço mentiras, ouço broncas.
Perdi totalmente o controle que eu nunca tive.
E apesar de tudo, não acho que tenha errado.
Não sou eu o problema.
Não pode ser eu.
A única alternativa é a distância total.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Liberdade
Estou confuso.
As pessoas a minha volta me confundem e mais que isso, elas me fazem...
Sou livre, mas isto não faz o tempo passar mais rápido.
A liberdade não diminui minha solidão.
Na verdade sou livre mesmo é no pensamento.
Mas é o meu pensar que me prende.
O que penso que me amarra as lágrimas que correm.
Vagueio em meio a fumaça tentando encontrar a resposta, a solução.
Como ser feliz?
Ser livre, fazer o que bem entender da minha vida não me faz feliz.
Ser livre me deixa solitário quando mais ninguém pode conhecer o mundo com você.
Um dia quem sabe me fuja do pensamento quem eu queria por perto.
Que vejo indo em desepero, enquanto me prendo as correntes de algo que não passou de uma ilusão.
Um dia acordo e percebo que grande parte do que vivi não era ilusão, não era alucinação nem delírio.
Era apenas um pobre devaneio.
E então serei livre de verdade, quando encontrar alguém que consiga completar a frase pela metade.
Todos os que tenho a disposição não me bastam.
É dela que eu sinto falta, é dela.
As pessoas a minha volta me confundem e mais que isso, elas me fazem...
Sou livre, mas isto não faz o tempo passar mais rápido.
A liberdade não diminui minha solidão.
Na verdade sou livre mesmo é no pensamento.
Mas é o meu pensar que me prende.
O que penso que me amarra as lágrimas que correm.
Vagueio em meio a fumaça tentando encontrar a resposta, a solução.
Como ser feliz?
Ser livre, fazer o que bem entender da minha vida não me faz feliz.
Ser livre me deixa solitário quando mais ninguém pode conhecer o mundo com você.
Um dia quem sabe me fuja do pensamento quem eu queria por perto.
Que vejo indo em desepero, enquanto me prendo as correntes de algo que não passou de uma ilusão.
Um dia acordo e percebo que grande parte do que vivi não era ilusão, não era alucinação nem delírio.
Era apenas um pobre devaneio.
E então serei livre de verdade, quando encontrar alguém que consiga completar a frase pela metade.
Todos os que tenho a disposição não me bastam.
É dela que eu sinto falta, é dela.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
FODA-SE
Me sinto perdendo tempo escrevendo
Me sinto perdendo tempo fazendo qualquer coisa na verdade
Me sinto perdendo tempo vivendo
Me sinto perdendo tempo vendo essa triste realidade
Me sinto perdendo tempo fazendo qualquer coisa na verdade
Me sinto perdendo tempo vivendo
Me sinto perdendo tempo vendo essa triste realidade
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Adeus
Eu sou um idiota completo.
Meus pensamentos giram em torno da mesma coisa e da mesma pessoa.
E é claro que é sempre tudo relacionado a mim.
Porque eu sou um tremendo de um egoista.
Porque eu só penso em mim mesmo.
Porque eu não sei ser amado.
Porque eu não passo de um pedaço insignificante de gente mal amada.
Porque eu sou uma criança chorona.
Porque eu não sei o que faço.
Porque hoje eu prefiro acreditar que sou burro.
Hoje eu escolho acreditar que eu sou idiota.
Porque estou me sentindo mal por um pedaço de mim que deixe a mercê e foi estratégicamente fisgado no mar.
Não vejo futuro, não quero ver.
Hoje eu estou pessimista.
Hoje eu estou triste.
Então pegue seja lá o que for que te trouxe aqui e te faz ler essa merda, enfie ela no bolso e dê meia volta.
Porque hoje eu duvido que seja uma pessoa interessante.
Hoje eu sou um buraco vazio.
Hoje eu não tenho conteúdo.
E talvez nunca tenha tido.
Hoje, você pode pisar em mim.
Hoje eu não vou reagir.
Talvez nunca.
A impressão que tenho é que estou dando adeus.
Adeus
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
O maldito poema
Esse é sombrio
Esse é ingrato
Tardio e chato
Esse tem rima
E tem até dado,
E violão em cima do gato
Este é sozinho
E também solitário
Mesquinho e otário
Esse não passa
De um leve capricho
Que laça o enxerido
Esse tem ódio
E um amor bacana
Do ócio de um muquirana
Esse é de bosta
Eu admito
Que roça no que já foi dito
E sempre repete
Como as estações
Mesmo que leve novas expressões
Tem versos de três
Por que não quero contar
O que me fez ao me abandonar
Fico caído
Como os versos passados
Solto um grito desesperado
E o que vem adiante
Que seja bonito
Mesmo durante o maldito
Folgo e desfaço
O que está escrito
Pois nesse laço ainda há risco
Se desobecer
Ao menos comente
"Tem que crescer essa mente demente"
E que seja bendito
O que há pra dizer
"O poema maldito tem de amadurecer"
A morte precoce
Que vejo adiante
Só pode ser coisa de errante
Se erro infantil
Enquanto estive no cerco
Afirmo viril que ouve acertos
E não paro com isso
Porque quero que saiba
Que esse pobre mestiço caiba
Num canto escondido
De um coração
Inserido em pequena emoção
Só não deixe
De se lembrar
Que para todo o sempre lá vou estar
Parece bobeira
Ou irritação
Falo asneira por não ter diversão
Não leia
Não leia
Não leia
Bobo
domingo, 13 de setembro de 2009
Em meados
Dos dias de setembro
Posso dizer
Infelizmente
Que acabou
Já posso jogar meu amor no lixo?
Já posso dizer que não mais existo?
E que sinto falta do esguicho
E que cuido pra não errar o prefixo
Descuidado
Foi isso que fui
E por isso que escrevo
Na esperança que um dia
Alguém
Inadvertidamente
Leia e me entenda
Talvez
Tenha sido isso
Que tenha faltado
Um pingo de felicidade
Um ponto de entendimento
Uma volta de anestesia
Um dia sem limites
Uma noite de fantasia
Não me entenda mal
Só não quero sofrer
Parecer banal
Matar ou morrer
Ah
E que todos saibam
É isso afinal
sábado, 5 de setembro de 2009
Uma busca
A vida inteira me deram presentes
Compravam na loja da esquina
A ultima felicidade da semana
Achando que ferros nos dentes
Dariam fim a tal sina
Que não passava de mãnha
Ao menos era o que me diziam
"Ora menino, deixe de bobeira
Você já tem o que precisa"
O que preciso não me trouxe
Aquilo que sempre procurei
Fácil de encontrar em palavras
Alheias é claro
Não imaginei que fosse tão raro
Encontrar de verdade
Talvez na mesma cidade
Nem que o preço fosse tão caro
Ou que era cercado por um aro
Que protegia da mediocridade
Aquela que chamam felicidade.
Compravam na loja da esquina
A ultima felicidade da semana
Achando que ferros nos dentes
Dariam fim a tal sina
Que não passava de mãnha
Ao menos era o que me diziam
"Ora menino, deixe de bobeira
Você já tem o que precisa"
O que preciso não me trouxe
Aquilo que sempre procurei
Fácil de encontrar em palavras
Alheias é claro
Não imaginei que fosse tão raro
Encontrar de verdade
Talvez na mesma cidade
Nem que o preço fosse tão caro
Ou que era cercado por um aro
Que protegia da mediocridade
Aquela que chamam felicidade.
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